Livros que li em Abril – Muito suspense e um pouco de romance

Olá pessoal, tudo bem com vocês?

No último dia de abril, eu venho compartilhar quais foram minhas leituras do mês.

1ª leitura- E que também foi o melhor livro que li em Abril (e está no top 3 dos melhores da vida): Este mundo tenebroso I – Frank Peretti

Na verdade, eu comecei a ler ainda em março e finalizei no início de abril.

Sinopse de Este mundo tenebroso I

Amei a leitura porque tem muito mistério e ação, bem o tipo de livro que eu gosto. Além disso o autor nos passa uma mensagem muito bacana sobre o poder da oração.

É uma leitura obrigatória, nossas esperanças no Bem são renovadas e no final a gente termina com uma sensação muito boa no coração.

Confesso que em alguns momentos eu tive medo por conta da descrição detalhada das cenas e do ambiente sombrio, mas não consegui largar.

Super indico Este mundo tenebroso I e já estou me planejando para ler o II.

Minha 2ª leitura do mês foi o livro Véu e a espada, de Priscila Camargo.

A obra está disponível no Kindle unlimited para quem é assinante, e apesar de ter achado bem devagar a leitura, eu indico.

Sinopse de Véu e a espada

Comecei a ler porque me interessei pela sinopse dele, gosto de romance, especialmente cristãos, mas eu já tinha avançado bastante na história e o dois pombinhos ainda não tinha se encontrado, o que me frustrou bastante.

O livro foi bem abaixo das minhas expectativas, achei as cenas rasas e também a explanação quanto aos sentimentos dos personagens. Porém indico a leitura porque toda a frustração foi compesada pelo fato de termos como pano de fundo da história a epóca em que Jesus estave na terra.

Então, se você está em dúvida do que ler e quer fazer uma leitura rápida, comece o Véu e a espada 😉

Bom, para finalizar minhas leituras do mês de abril eu trago Mrs. Mercedes, de Stephen King.

É meu 1º livro do King e eu não me decepcionou! Eu ainda estou finalizando, mas já posso tirar uma bela conclusão do livro e super indicar para quem curte livros de suspense e com muita tensão.

Sinopse de Mrs. Mercedes

No começo eu demorei um pouquinho de engatar na história, não estava conseguindo me apegar a nenhum personagem, mas depois, antes do meio do livro, a ação e a adrenalina começaram com todo vapor e me animou bastante.

Uma coisa que eu gostei muito também são os capítulos curtos. O autor escreve de uma forma muito objetiva e que não deixa a desejar em nada!

Essas foram minhas leituras de abril. Foi um mês corrido então eu li pouco, mas tenho boas expectativas para maio. No último do mês eu volto para compartilhar com vocês 😉

Primeiro dia de aula

Hoje é o primeiro dia de escola do Artur. Ele está tão eufórico que chega a ser irritante. Quem vai levá-lo é papai, da mesma forma que aconteceu no meu início de vida escolar, pelo menos é o que conta mamãe. 

“Seu pai quem te levou, eu não ia aguentar ver minha pequena criar asas e voar.” Fazer drama é uma das maiores habilidades dela. 

Antes de sairmos de casa, ela beija minha cabeça e dá um abraço apertado e demorado no Artur. “Vamos, Magali, solta o menino, eu já tô atrasado!” Meu pai grita da garagem, mas ela finge que não escuta.

“Ainda lembro de como foi quando você estava na minha barriga, um bebê. Você chutava tanto que pensei que fosse me furar. Eu daria tudo para voltar no tempo.” Meu irmão, alheio a tudo, começa a tentar se soltar dos braços da minha mãe, mas ela continua seu discurso irritante.  

“Quando você nasceu eu sabia que ia ser difícil te ver crescer, sempre é.” Desvia o olhar pra mim e continua. “Uma mãe não deveria nunca se apartar dos filhos.”

Cansada daquele blá blá, pego no braço do meu irmão e o puxo. “Chega, mãe, vamos todos nos atrasar por conta da senhora.” 

Ela não me responde, apenas funga e eu reviro os olhos. Quanto drama desnecessário. É apenas o primeiro dia de aula.

Chegamos no carro e meu pai já tinha dado a partida. Acomodei o Artur no banco de trás e logo fui para o meu lugar na frente. Quando já estamos saindo da garagem, minha mãe aparece correndo aos gritos, mas meu pai ignora. Sabe que se parar nunca vamos embora. 

Assim como ele, pensei que sua saída brusca para nos ver partir é mais um de seus exageros, mas pelo retrovisor, assisto ela balançar uma sacolinha na mão. Era o lanche do Artur que minha mãe tinha esquecido de colocar. Infelizmente tivemos que voltar.