Por que você deve ler o livro Eu odeio Ele?

Priscila Maia é uma jovem como eu e você. Uma pessoa comum, que desejava ser feliz à sua maneira, trilhar o seu próprio caminho, ter a chance de fazer suas escolhas. 

No meio dessa busca ela encontrou o que todos acham ao buscar felicidade: dor. Afinal de contas, o sofrimento faz parte do caminho. 

Se você é uma jovem que só quer ser feliz e amada, a história de Priscila, contada no livro Eu odeio Ele, é para você.

Se às vezes você sente que ninguém te ama e que não há pessoa no mundo que se importa de verdade com você, Eu odeio Ele é para você. 

Se você já fez escolhas erradas na vida e hoje vive (ou já viveu) as consequências dessas escolhas, Eu odeio é para você.

Se você já pensou que Deus não existe ou que ele é seu inimigo, Eu odeio Ele é pra você. 

Se você não se encaixa em nada do que falei, mas está lendo esse texto, Eu odeio é para você. 

Em julho haverá o lançamento do livro Eu odeio Ele, mas você já pode curtir um pouco da história aqui no blog

Eu odeio Ele – Como escolhi o nome da história

Para ser sincera com vocês não foi nada difícil 🙈

Após finalizar uma das primeiras versões da história e pensar um pouco sobre a tragetória de Priscila o nome surgiu na minha mente.

Acredito que foi inspiração Divina porque hoje parando para pensar jamais eu chegaria em um título que resumisse tão bem a vida de Priscila Maia.

Isso não quer dizer que a escolha do nome de um livro é um processo fácil, porque não é. Ás vezes eu quebro a cabeça para encontrar títulos que se encaixe nos meus textos.

“Eu odeio Ele” foi uma execeção da regra e eu agradeço a Deus por isso 🙈😀.

Quando você terminar algum texto e estiver difícil pensar em um título, o ideal é esperar alguns minutos, horas ou dias, se possível, reler o material e então matutar algumas sugestões. Se não der certo, repita o processo quantas vezes forem necessárias.

Não se desespere, faça com calma, afinal de contas tem que ser uma escolha bem feita, já que é o título que irá atrair ou não o leitor para sua história/texto.

Vou publicar meu primeiro livro!

AHHHHHHH! Quero gritar de tanta felicidade!

Finalmente estar acontecendo! A história “Eu odeio Ele” está virando um livro!

Quem me acompanha há algum tempo sabe que a história já está disponível aqui no blog Conto Solto, mas agora ela também será um livro físico.

Primeiro capítulo de Eu odeio Ele

A editora que está trabalhando comigo é a Cinco Gatas. Quem está cuidando de toda a produção da edição, diagramação e tudo o que envolve edição e publicação é a Débora Peres e o Gilberto Fonseca.

Editora Cinco Gatas

Estou amando trabalhar com eles, está sendo uma experiência maravilhosa reeditar a história de Priscila e observar ela ganhando assas e voando.

Ainda neste ano você vai poder adquirir Eu odeio Ele e colocar em sua cabeceira!

Estou super ansiosa e apesar de já ter escrito a vida de Priscila há alguns anos, eu sei que esse sonho está sendo realizado no momento certo, no tempo de Deus. Agradeço a Ele por essa oportunidade, pois sem a mão Dele na minha vida nada disso seria possível.

Em breve trago mais detalhes para vocês sobre a publicação de Eu odeio Ele, enquanto isso me conta qual sua expectativa para ter essa história em suas mãos!

Sinopse de Eu odeio Ele: Priscila tem 15 anos e após presenciar um crime resolve fugir de casa. Nessa fuga ela descobre que sua família não é tão perfeita e que esconde segredos crúeis envolvendo seu nascimento. Agora esses segredos colocam a vida de Priscila em risco e ela precisa descobrir, com a ajuda de um garoto chamado Fumaça, quem quer destruir sua vida.

No meio dessa fuga, Priscila descobre a dor da rejeição, mas depois acaba encontrando cura no perdão. Além de se apaixonar pela primeira vez e aprender que existe um Amor que é capaz de transformar toda a nossa existência.

Eu odeio Ele – Beijei o inimigo

Será que Priscila está apaixonada pelo garoto que tinha como missão destruir a vida dela?

Capítulo 12

“O tolo cruza os braços e destrói a própria vida..” (Eclesiastes 4:5)

– Priscila, não fica assim… – Eu não tinha percebido que estava aos prantos.

Não conseguia falar, só sabia chorar, e convenhamos que eu tinha motivos de sobra pra isso.

– Prome… promete que você não deixar el.. ele me pegar… – Supliquei.

Ele não prometeu, respondeu com um abraço e me deixei ser acolhida por seus braços. Por incrível que pareça, consegui encontrar alguns segundos de tranquilidade.

Ele me abraçava forte e alisava minhas costas, sem que dissesse uma palavra conseguiu com eu entendesse a mensagem.

O Fumaça não podia prometer, estava além da capacidade dele, mas pelo menos tentaria, se não fosse por mim, seria por ele. Naquele momento isso bastou.

– Você vai ficar bem… – Me afastou delicadamente e segurou meu rosto com as duas mãos, enxugando minhas lágrimas.

Abri a boca para responder qualquer coisa, mas seu olhar me silenciou. Aqueles olhos tristes e sinceros me faziam esquecer qualquer dor. Era como se a dele fosse maior do que a minha.

Como o Fumaça tinha ido parar naquela vida? Ninguém nasce querendo ser o monstro que destrói sonhos, a não ser que tenham destruído os dele primeiro…

– Você é linda, sabia?

A pergunta totalmente fora de contexto mexeu com o meu foco. Eu estava tão concentrada no seu olhar que não percebi que ele me observava, e quando abri a boca para dizer que elogios não iam me fazer esquecer quem ele era, o inesperado aconteceu.

Quando dei por mim a boca do Fumaça já estava dançando em um ritmo perfeito com a minha. De início senti uma estranheza, o ritmo lento não combinava com as palavras duras e diretas que costumavam sair daqueles lábios, a delicadeza com que ele me beijava não lembrava nada os rompantes de raiva que tinha.

Apesar de tudo isso, senti sua língua tentando encontrar a minha e acender todas as células do meu corpo.

Eu não podia negar que o Fumaça era bonito e charmoso. Apesar de todo o ar maldoso que carregava tinha um jeito travesso de quem estava escondendo o jogo.

Suas mãos encontraram meu pescoço o que instantaneamente fez com que as minhas procurassem suas costas. Eu o queria mais perto de mim. Desde que sai de casa, aquele era o único momento em que minhas emoções estavam oscilando, mas não de medo.

O beijo ficou mais intenso e necessário, o que me deixou sem fôlego.

– O que foi? – A voz ofegante mostrava que ele também precisava de ar.

Não respondi, coloquei minha boca novamente na sua e a automaticamente senti uma mão apertando minha cintura.

Quando o beijo passou dos meus lábios para o pescoço, e uma eletricidade percorreu cada centímetro do meu corpo, eu vi que era hora de parar.

– Chega… – Murmurei.

– Tem certeza? – Sussurrou no meu ouvido. Dessa vez senti um calor.

– Por favor, Fumaça, estou muito cansada. – Me afastei sem querer de verdade ir dormir, tentei me convencer de que parar era a escolha certa. Se nos beijássemos de novo, logo após ele ter encontrado meu pescoço, eu não teria mais nenhuma condição de parar.

Continua…